ouvi esta canção duas vezes nos dois últimos dias .a última foi há pouco ficou-me mesmo. descobri entretanto que a voz é a ana moura e que é um original dos rolling stones.
o despretensiosismo da interpretação é de tal maneira que faz funcionar esta mistura estranha de fado com jazz cantado em inglês.
hoje à tarde tive de telefonar a uma paciente minha que na semana passada se passou e teve de ser internada. disse-me duas vezes que era bom ouvir a minha voz.
pouco antes, um miúdo que atendo e com quem estava a brincar às lutas, matou a minha boneca e mandou-a para o Inferno, que um dos sítios onde ficava era a cadeira onde me costumo sentar.
canções de amor com letras com estilo. aprendam, que eles não duram sempre.
Verse:
My story is much to sad to be told But practically everything leaves me totally cold The only exception I know is the case When Im out on a quiet spree, fighting vainly the old ennui Then I suddenly turn and see Your fabulous face
Chorus:
I get no kick from champagne Mere alcohol doesnt thrill me at all So tell me why should it be true That I get a kick out of you
Some like the perfume from spain Im sure that if I took even one sniff It would bore me terrifically too But I get a kick out of you
( some like the bop-type refrain ) ( Im sure that if, I heard even one riff ) ( it would bore me terrifically too ) ( but I get a kick out of you )
( some they may go for cocaine ) ( Im sure that if, I took even one sniff ) ( it would bore me terrifically too ) ( but I get a kick out of you )
I get a kick every time I see you standing there before me I get a kick though its clear to see, you obviously do not adore me
I get no kick in a plane Flying too high with some gal in the sky Is my idea of nothing to do But I get a kick out of you
pronto, está feito. comprei um mini-portátil, para poder anhar fora de casa em vez de dentro. e é isso que estou a fazer agora, com o meu compaq mini.
passei o dia pelo saldanha, ora no residence, ora no atrium, ora agora no monumental. descobri sítios muito agradáveis como o café Magnolia (só tem o senão de a minha net não funcionar lá) e agora o Espaço Medeia, onde me encontro a carregar a bateria à borla e sem consumir nada, só a ser muito alternativa no meio dos filmes muito alternativos.
para completar, inscrevi-me no Twitter. pronto, estão contentes? não faço ideia de como aquilo funciona e tenho a certeza de que vou desistir ao fim de uma semana.
o casamento da raquel e do joão é daqui a 2 ou 3 semanas e ainda não me apetece muito vestir o que vou vestir. mas já comprei uns brincos, hoje. é triste uma pessoa não ser rica.
acordei mal humorada, como é costume aos fins-de-semana, e realmente vir para aqui ajudou. não resolveu, mas sair de casa já ajuda. ao menos é novidade.
como agora já estou um bocado farta de aqui estar, vou para casa comer folhados de chocolate, que é para isso que eu ando no ginásio.
apercebi-me que a evolução da minha vida se mede em supermercados.
se uma altura houve em que só frequentava o minipreço, porque era só o que havia e do que eu precisava, em algés comecei a usar o pingo doce.
ao mudar-me para o rato, voltei para o bom e fiel minipreço, não sem umas facadinhas no jumbo das amoreiras, só para apimentar.
ao decidir tirar a carta, travei conhecimento com o Modelo (na versão Bonjour) e as maravilhas das suas marcas brancas, cujos nomes parvos distraem o consumidor da qualidade que está encerradas na embalagem xunga.
agora que no meu trabalho mudaram de instalações, hoje voltei pela primeira vez a usar o pingo doce. não gostei.
será que consigo transformar isto num pensamento zen?