| You'll die from an Unlikely Illness (like the plague). | ||||
| You will unfortunately succumb to a random and unlikely disease. Only to find out after death that eating more broccoli would have cured you. | ||||
| 'How will you die?' at QuizGalaxy.com |
25 maio 2007
que maravilha.
02 maio 2007
01 maio 2007
25 abril 2007
pão
bolachas
batatas pacote
douradinhos
bases pizza
chocolate preto
água pequena
é isto que sinto que a minha vida se tornou. uma lista de supermercado. hoje de manhã, na rua, a caminho do trabalho, foi o que me ocorreu.
a rotina de apanhar o metro, ver as horas quando na realidade já sei que estou atrasada e que amanhã também vou estar, entrar no sítio de sempre, fazer as coisas de sempre e beber um café para fingir que vario alguma coisa está-me a afectar. não sei se é de ter estado a trabalhar muitos dias seguidos - estou a fazer doze dias consecutivos para ter as folgas na altura que me dá mais jeito (não que me tenham obrigado, fui eu que decidi) - , mas estou-me a sentir num estado de cansaço e principalmente desânimo que não me agrada.
por pouco peso decisório que a minha função tenha, dá-me gozo poder resolver os problemas das pessoas e hoje senti isso outra vez. nos últimos dois dias estive a fazer a função burocrática das burocráticas: corrigir registos com enganos, e hoje, que voltei à função normal, senti a diferença.
ainda assim o cansaço toma conta de mim. afecta-me porque me rouba o brio, a razão por que os meus colegas gozam comigo porque escrevo "signatário" em vez de "a pessoa que assina" e porque agradeço a documentação que mandam.
deixo de querer saber, sou só competente e estou quase ausente - ontem ia adormecendo - e já tenho de fazer esforço para estar bem-disposta com os meus colegas.
sou uma lista de supermercado. sem grandes ambições, resolvo as necessidades do momento e não quero que dêem por mim.
o emprego em que estou é mal pago, mas isso nunca me afectou até não quererem saber de nós. sejamos francos, nunca pensei que nos fossem pagar grandes coisas nem esperei que nos dessem grande atenção. mas o respeito é diferente.
o respeito é daquelas coisas que para mim é o mínimo. é das que me tiram do sério. aturo estupidez, mas não aturo falta de respeito.
há dias piores e dias melhores. tenho-me apercebido de que, à revelia do que eu quero acreditar, a realidade parece-se com o que ouço dizer. os meus superiores vivem numa névoa relativamente difusa em relação ao que nós fazemos, suficiente para darem directrizes mas jamais para conhecerem de facto quais são os problemas. isso era expectável. o que me magoa é recusarem o contributo de quem manipula a realidade para os resolverem. é quase autística, a maneira como se recusam a deixar entrar seja o que fôr e repetem à exaustão o que querem sem pensar em maneiras de o fazer acontecer. exigem cegamente sem darem nada em troca.
como disse, há dias piores e dias melhores. escrevi um e-mail de sugestões simples e - creio eu - assertivas para nos facilitar e melhorar a vida, face à sugestão da supervisora. fiquei contente por saber que ela o encaminhou para quem de direito.
talvez esteja só a precisar de férias, mas custa-me muito sentir que não estou a ser valorizada. que estou a ser desvalorizada. não preciso que gostem de mim, mas preciso que me levem a sério.
desculpem o desabafo.
bolachas
batatas pacote
douradinhos
bases pizza
chocolate preto
água pequena
é isto que sinto que a minha vida se tornou. uma lista de supermercado. hoje de manhã, na rua, a caminho do trabalho, foi o que me ocorreu.
a rotina de apanhar o metro, ver as horas quando na realidade já sei que estou atrasada e que amanhã também vou estar, entrar no sítio de sempre, fazer as coisas de sempre e beber um café para fingir que vario alguma coisa está-me a afectar. não sei se é de ter estado a trabalhar muitos dias seguidos - estou a fazer doze dias consecutivos para ter as folgas na altura que me dá mais jeito (não que me tenham obrigado, fui eu que decidi) - , mas estou-me a sentir num estado de cansaço e principalmente desânimo que não me agrada.
por pouco peso decisório que a minha função tenha, dá-me gozo poder resolver os problemas das pessoas e hoje senti isso outra vez. nos últimos dois dias estive a fazer a função burocrática das burocráticas: corrigir registos com enganos, e hoje, que voltei à função normal, senti a diferença.
ainda assim o cansaço toma conta de mim. afecta-me porque me rouba o brio, a razão por que os meus colegas gozam comigo porque escrevo "signatário" em vez de "a pessoa que assina" e porque agradeço a documentação que mandam.
deixo de querer saber, sou só competente e estou quase ausente - ontem ia adormecendo - e já tenho de fazer esforço para estar bem-disposta com os meus colegas.
sou uma lista de supermercado. sem grandes ambições, resolvo as necessidades do momento e não quero que dêem por mim.
o emprego em que estou é mal pago, mas isso nunca me afectou até não quererem saber de nós. sejamos francos, nunca pensei que nos fossem pagar grandes coisas nem esperei que nos dessem grande atenção. mas o respeito é diferente.
o respeito é daquelas coisas que para mim é o mínimo. é das que me tiram do sério. aturo estupidez, mas não aturo falta de respeito.
há dias piores e dias melhores. tenho-me apercebido de que, à revelia do que eu quero acreditar, a realidade parece-se com o que ouço dizer. os meus superiores vivem numa névoa relativamente difusa em relação ao que nós fazemos, suficiente para darem directrizes mas jamais para conhecerem de facto quais são os problemas. isso era expectável. o que me magoa é recusarem o contributo de quem manipula a realidade para os resolverem. é quase autística, a maneira como se recusam a deixar entrar seja o que fôr e repetem à exaustão o que querem sem pensar em maneiras de o fazer acontecer. exigem cegamente sem darem nada em troca.
como disse, há dias piores e dias melhores. escrevi um e-mail de sugestões simples e - creio eu - assertivas para nos facilitar e melhorar a vida, face à sugestão da supervisora. fiquei contente por saber que ela o encaminhou para quem de direito.
talvez esteja só a precisar de férias, mas custa-me muito sentir que não estou a ser valorizada. que estou a ser desvalorizada. não preciso que gostem de mim, mas preciso que me levem a sério.
desculpem o desabafo.
24 abril 2007
22 abril 2007
orgia consumista
alguém quer ir comigo ao stock market no fim-de-sema que vem? olha o link: Stock Market
25 março 2007
28 fevereiro 2007
FOR TO CONTEMPLATE
In August 1989, NASA’s Voyager 2 passed as close to Neptune as it was going to get. Carl Sagan suggested to NASA that the craft turn around and take a sort of ‘family photo’ of our solar system — that is, to attempt to take a single photograph that included every planet revolving around our sun. According to William Poundstone’s biography, Sagan hoped that a photograph like this “might help in the continuing process of revealing to ourselves our true circumstance and condition”.
There was no scientific value to be found in such a photograph — at least, not any obvious value — so Sagan’s suggestion was refuted by many of his peers. In fact, NASA thought that turning Voyager around to take a shot of the planets might lead to accidentally pointing the craft’s camera at the sun, which would likely burn out the imaging system.
In the end, Sagan got his way by suggesting that NASA wait until Voyager passed Neptune altogether, and there were no planned photographs left to take. That way, if the imaging system was damaged, there would be no loss to the original mission. What Sagan hoped for — the family photo — turned out to be impossible. Gathering all of the planets into a single frame didn’t work — they were too widespread. On top of this, Mars and Pluto would be too faint to register in the image. Mercury would be wiped out by the glare of the sun. Earth would probably be no larger than a single pale pixel in the image.
On Valentine’s Day, 1990, some sixty images spanning the planets and the gaps between them were taken. Poundstone writes: “Through a chance artifact of the imaging system, the Earth pixel appeared in the midst of an illusory ’sunbeam’.”
Sagan wrote:
-- do deeply shallow
In August 1989, NASA’s Voyager 2 passed as close to Neptune as it was going to get. Carl Sagan suggested to NASA that the craft turn around and take a sort of ‘family photo’ of our solar system — that is, to attempt to take a single photograph that included every planet revolving around our sun. According to William Poundstone’s biography, Sagan hoped that a photograph like this “might help in the continuing process of revealing to ourselves our true circumstance and condition”.
There was no scientific value to be found in such a photograph — at least, not any obvious value — so Sagan’s suggestion was refuted by many of his peers. In fact, NASA thought that turning Voyager around to take a shot of the planets might lead to accidentally pointing the craft’s camera at the sun, which would likely burn out the imaging system.
In the end, Sagan got his way by suggesting that NASA wait until Voyager passed Neptune altogether, and there were no planned photographs left to take. That way, if the imaging system was damaged, there would be no loss to the original mission. What Sagan hoped for — the family photo — turned out to be impossible. Gathering all of the planets into a single frame didn’t work — they were too widespread. On top of this, Mars and Pluto would be too faint to register in the image. Mercury would be wiped out by the glare of the sun. Earth would probably be no larger than a single pale pixel in the image.
On Valentine’s Day, 1990, some sixty images spanning the planets and the gaps between them were taken. Poundstone writes: “Through a chance artifact of the imaging system, the Earth pixel appeared in the midst of an illusory ’sunbeam’.”
Sagan wrote:
The aggregate of our joy and our suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every “superstar”, every “supreme leader”, every saint and siner in the history of our species live here — on a mote of dust suspended in a sunbeam.
-- do deeply shallow
27 fevereiro 2007
novas
pois que olá a todos. voltei para vos dar novidades.
desde o passado dia 9 que faço parte da Vodafone. arranjei um trabalhito lá e, após 10 dias de formação um tanto ou quanto intensiva, encontro-me a fazer essencialmente trabalho administrativo com um programa demoníaco chamado Siebel. não é propriamente difícil, mas é bastante complicado e exige concentração e memória. mas estou a gostar!
encontrei uma antiga colega de faculdade e o resto do pessoal - somos uma equipa de treze mais um ou dois retardatários - é muito simpático. começo a pensar que isto é da idade, porque já no corte inglés éramos uma equipa de dez desconhecidas e todas nos démos lindamente.
e assim é. mexemos nos tarifariozinhos das pessoas, activamos daqui, desactivamos dali, verificamos acolá e é uma festa. bom, uma festa não é. dá grandes dores de cabeça, aliás. mas estou a gostar. não me custa ir para lá de manhã e isso é um grande indicador.
fora isto, não tenho grandes novidades. pensava que tinha ficado com média de curso de 15 valores até receber o papelinho que tinha pedido em casa e lá dizia que era 16. eu fiquei contente :D
candidatei-me a uma vaga numa escola em faro, mas não me parece que vá dar em nada. a ver vamos.
e hoje comprei uns sapatinhos muito giros :$
para acabar, música:
--amy winehouse, rehab
desde o passado dia 9 que faço parte da Vodafone. arranjei um trabalhito lá e, após 10 dias de formação um tanto ou quanto intensiva, encontro-me a fazer essencialmente trabalho administrativo com um programa demoníaco chamado Siebel. não é propriamente difícil, mas é bastante complicado e exige concentração e memória. mas estou a gostar!
encontrei uma antiga colega de faculdade e o resto do pessoal - somos uma equipa de treze mais um ou dois retardatários - é muito simpático. começo a pensar que isto é da idade, porque já no corte inglés éramos uma equipa de dez desconhecidas e todas nos démos lindamente.
e assim é. mexemos nos tarifariozinhos das pessoas, activamos daqui, desactivamos dali, verificamos acolá e é uma festa. bom, uma festa não é. dá grandes dores de cabeça, aliás. mas estou a gostar. não me custa ir para lá de manhã e isso é um grande indicador.
fora isto, não tenho grandes novidades. pensava que tinha ficado com média de curso de 15 valores até receber o papelinho que tinha pedido em casa e lá dizia que era 16. eu fiquei contente :D
candidatei-me a uma vaga numa escola em faro, mas não me parece que vá dar em nada. a ver vamos.
e hoje comprei uns sapatinhos muito giros :$
para acabar, música:
--amy winehouse, rehab
20 fevereiro 2007
esta' feito um homenzinho
daniel radcliffe, o amoroso aprendiz de feiticeiro de harry potter, encarna a personagem principal da peça equus, para escândalo dos pais das crianças fãs da saga.
já não se pode crescer?
Subscrever:
Mensagens (Atom)