20 julho 2008
17 julho 2008
he's done it again
G.: So here’s something I don’t understand.
J.: What’s that.
G.: Singlehood.
J.: Well, for one, don’t call it singlehood.
G.: Bachelorhood?
J.: Don’t name it. It’s your life, not a condition.
G.: Well, what I don’t understand is why the FUCK nobody will sleep with me.
J.: That, on the other hand, is a condition.
G.: Ass.
J.: You’re presuming you’re worth sleeping with, and that — at least I assume — women recognize that in the very short periods of time you are actually with them before you destroy their perceptions of you as a nice guy.
G.: Seriously. Ass.
J.: What’s the problem.
G.: The other night I take out this chick. Starletta.
J.: Problem number one has just revealed itself. But go on.
G.: Ass. But anyway she comes over and we have a drink, okay.
J.: Like a drink drink?
G.: Like an alcoholic beverage.
J.: Wine?
G.: Captain.
J.: Probably problem number two.
G.: What’s wrong with Captain?
J.: Problem number three. Continue.
G.: We go to a movie.
J.: Movie?
G.: The Strangers.
J.: Problem four.
G.: I’m tallying these. You’re going to have to explain them afterward.
J.: Nah, I’m not going to do that.
G.: Because you’re an ass?
J.: Because I am.
G.: We have dinner.
J.: Time?
G.: Uh. Nine-thirty or something.
J.: Uh huh. That’s another one.
G.: Nothing wrong with a late dinner.
J.: Except girls like to complain about bloat and stuff. And that’s problem six. Improper digestive time is a dealbreaker.
G.: Shit.
J.: Go on.
G.: We have drinks.
J.: Wine this time?
G.: Captain.
J.: You’re at a bar.
G.: Yeah.
J.: Where they have classier beverages than you keep around your casa.
G.: Yeah. You know, ‘casa’ always makes me think of Cassavetes. Mi Cassavetes, su Cassavetes.
J.: Try not to tell Starletta that joke, okay.
G.: Why, it’s a good one.
J.: It isn’t, for one. But Starletta won’t get that one.
G.: Mi Casablan–
J.: Stop it. Now continue.
G.: I drive her back to her place.
J.: Her car is at your place, though. At least, I’m assuming you didn’t pick her up at her place, go back to your place, and then go out.
G.: Her car is at my place.
J.: So your plan is what, exactly.
G.: Sleep over, go home.
J.: And her car?
G.: Shit.
J.: I think we’re up to like problem sixteen or something.
G.: But I’m reasonably good looking. And a conversationalist whose topicalities are boundless.
J.: Except when you’re constructing poor sentences that Starletta wouldn’t understand even if you built them soundly.
G.: Dude. She had tits.
J.: More than two?
G.: I –
J.: Step one: Wine. Step two: Your couch.
G.: Sounding good…
J.: Step three: Spend the night playing Xbox Live.
G.: I don’t get it.
J.: You’re about as likely to be the first man to get laid via online gaming as you are to get some after your date.
G.: You’re saying I know nothing about women, and I should improve, and think about them with each minor event I plan.
J.: Sure, that’s a start.
G.: Can you really get laid on Xbox Live?
J.: Yes.
G.: You’re lying to me right now.
J.: I really am.
G.:
J.: You can call me an ass again if you want.
G.: That’s okay.
J.: Well, that’s progre–
G.: Ass.
-- deeply shallow
13 julho 2008
18 junho 2008
my own lost in translation
caros amigos
escrevo-vos neste momento de Londres (Notting Hill, estação de Notting Hill Gate no tube, saída norte para Portobello Road).
a Sofia e o Danny, holandês, estão no banho. para o jantar vamos ter comida italiana.
fui à Tate Modern Gallery e gostei muito, e ao British Museum e amei.
é bom viajar, mas é melhor ter companhia.
aqui ou em qualquer outro sítio, estou sempre sozinha. porquê?
escrevo-vos neste momento de Londres (Notting Hill, estação de Notting Hill Gate no tube, saída norte para Portobello Road).
a Sofia e o Danny, holandês, estão no banho. para o jantar vamos ter comida italiana.
fui à Tate Modern Gallery e gostei muito, e ao British Museum e amei.
é bom viajar, mas é melhor ter companhia.
aqui ou em qualquer outro sítio, estou sempre sozinha. porquê?
05 junho 2008
29 maio 2008
deve ser isto que é ser intelectual
What philosophy do you follow? (v1.03) created with QuizFarm.com | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| You scored as Utilitarianism Your life is guided by the principles of Utilitarianism: You seek the greatest good for the greatest number.
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25 maio 2008
a verdade é que
depois de tantos anos na universidade,
de tantos tratados sobre o comportamento humano
de tantas teias mentais sobre as subtilezas e incongruências do motor que move a gente
de tantas páginas lidas e comprovadas pelo pó do tempo
eu não percebo as pessoas.
de tantos tratados sobre o comportamento humano
de tantas teias mentais sobre as subtilezas e incongruências do motor que move a gente
de tantas páginas lidas e comprovadas pelo pó do tempo
eu não percebo as pessoas.
23 maio 2008
22 maio 2008
caros amigos,
voltei.
tenho alguns acontecimentos para contar, mas não necessariamente novidades - daí não ter escrito ultimamente, juntamente com um estado de espírito menos luminoso que teima em não me abandonar.
primeiro, inscrevi-me em aulas de salsa.
bem sei que não é o tipo de coisa que se associa a uma pessoa como eu - exercício de estilo: whatever that means - mas o que é facto é que eu gosto de dançar (não necessariamente e preferivelmente não em público) e gosto de latinada em geral. em princípio era para ser tango, mas depois, creio que por causa do vídeo que mostro abaixo, acabou por ser salsa.
na primeira aula, apesar da minha falta de coordenação e de graciosidade, a professora disse que eu, passo a citar, vou longe, o que me deu um ego-boost do caneco. no sábado seguinte, imbuída de espírito disciplinado e convencida de que viria a ser a próxima estrela mundial da salsa, compareci - atrasada mas compareci - à prática. as práticas são como workshops informais onde os alunos das duas escolas onde os professores ensinam se encontram para... praticar o que andam a aprender. aí tive oportunidade de dançar com um excelente candidato a sociopata, só assim para começar. brindou-me com pérolas como "tu vais para onde *eu* fôr" e toda uma miríade de linguagem corporal agressiva. a tensão era tanta e a coisa estava a correr tão bem que o monitor da jigajoga veio não-tão-discretamente resgatar-me daquela espécie de pessoa dançante. e aí sim. passe os clichés de cinema e romances de cordel, aquilo é que era um monitor. mil na escala de gireza e mil e quinhentos na escala de jeito para dançar. claro que estava apaixonado pelo próprio corpo, como cabe a um bom narcísico.
adiante. claro que na semana seguinte o meu ego boost caiu por terra, pois constatei com muito pesar que sou muito... perra. acalento ainda a hipótese de ser uma natural, por isso é que me atrapalho quando tento fazer os passos um a um em vez de apenas imitar o que vejo. vamos ver quanto tempo esta tese dura.
o meu telemóvel novinho em folha [ver link] avariou. quando me dirigi a esse local novo para a minha geografia pessoal que é a loja da TMN no centro comercial da bela vista (a única em lisboa inteira que tem assistência técnica, como é possível?), eis que é neste sítio referência do glamour que encontro... paula moura pinheiro [ver imagem abaixo].

uma parte de mim morreu um bocadinho. vocês não percebem. a paula moura pinheiro é a mulher que eu quero ser quando fôr grande.
agora que sei que não é tão bonita como na televisão, que é baixinha e dolorosamente humana, já não sei se quero tanto ser como ela. ainda assim, veste-se com um estilo discreto que marca pontos e põe a um canto muita mini-saia e saltos altos. ainda há esperança.
no trabalho, fui a reunião de avaliação. o chefe descobriu que eu tenho um cérebro e que, quando quero, não sou parvinha. é bom. "gostei muito", disse ele.
hoje vieram propôr-me que substitua uma pessoa que pelos vistos não está a dar conta do recado num cargo de maior responsabilidade que o meu (também não é difícil). é um convite muito motivado pela conveniência para eles, mas não deixa de saber bem que pensem em nós para um trabalho em que a confiança é importante.
finalmente, em junho vou a londres visitar a sofia. fun! fun! fun!
over and out.
voltei.
tenho alguns acontecimentos para contar, mas não necessariamente novidades - daí não ter escrito ultimamente, juntamente com um estado de espírito menos luminoso que teima em não me abandonar.
primeiro, inscrevi-me em aulas de salsa.
bem sei que não é o tipo de coisa que se associa a uma pessoa como eu - exercício de estilo: whatever that means - mas o que é facto é que eu gosto de dançar (não necessariamente e preferivelmente não em público) e gosto de latinada em geral. em princípio era para ser tango, mas depois, creio que por causa do vídeo que mostro abaixo, acabou por ser salsa.
na primeira aula, apesar da minha falta de coordenação e de graciosidade, a professora disse que eu, passo a citar, vou longe, o que me deu um ego-boost do caneco. no sábado seguinte, imbuída de espírito disciplinado e convencida de que viria a ser a próxima estrela mundial da salsa, compareci - atrasada mas compareci - à prática. as práticas são como workshops informais onde os alunos das duas escolas onde os professores ensinam se encontram para... praticar o que andam a aprender. aí tive oportunidade de dançar com um excelente candidato a sociopata, só assim para começar. brindou-me com pérolas como "tu vais para onde *eu* fôr" e toda uma miríade de linguagem corporal agressiva. a tensão era tanta e a coisa estava a correr tão bem que o monitor da jigajoga veio não-tão-discretamente resgatar-me daquela espécie de pessoa dançante. e aí sim. passe os clichés de cinema e romances de cordel, aquilo é que era um monitor. mil na escala de gireza e mil e quinhentos na escala de jeito para dançar. claro que estava apaixonado pelo próprio corpo, como cabe a um bom narcísico.
adiante. claro que na semana seguinte o meu ego boost caiu por terra, pois constatei com muito pesar que sou muito... perra. acalento ainda a hipótese de ser uma natural, por isso é que me atrapalho quando tento fazer os passos um a um em vez de apenas imitar o que vejo. vamos ver quanto tempo esta tese dura.
o meu telemóvel novinho em folha [ver link] avariou. quando me dirigi a esse local novo para a minha geografia pessoal que é a loja da TMN no centro comercial da bela vista (a única em lisboa inteira que tem assistência técnica, como é possível?), eis que é neste sítio referência do glamour que encontro... paula moura pinheiro [ver imagem abaixo].

uma parte de mim morreu um bocadinho. vocês não percebem. a paula moura pinheiro é a mulher que eu quero ser quando fôr grande.
agora que sei que não é tão bonita como na televisão, que é baixinha e dolorosamente humana, já não sei se quero tanto ser como ela. ainda assim, veste-se com um estilo discreto que marca pontos e põe a um canto muita mini-saia e saltos altos. ainda há esperança.
no trabalho, fui a reunião de avaliação. o chefe descobriu que eu tenho um cérebro e que, quando quero, não sou parvinha. é bom. "gostei muito", disse ele.
hoje vieram propôr-me que substitua uma pessoa que pelos vistos não está a dar conta do recado num cargo de maior responsabilidade que o meu (também não é difícil). é um convite muito motivado pela conveniência para eles, mas não deixa de saber bem que pensem em nós para um trabalho em que a confiança é importante.
finalmente, em junho vou a londres visitar a sofia. fun! fun! fun!
over and out.
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