28 dezembro 2005
amaro
tenho amargo no coração. tenho amargo no coração e joga-se contra as paredes e quer explodir. e mistura-se com o sal da água que me cai dos olhos.
26 dezembro 2005
24 dezembro 2005
19 dezembro 2005
tenho bué da sono
estou aqui na sala de informática do ispa e são 11:16. às 11h30 tenho uma aula de seminário de monografia em que devo entregar as coisas que o homem me tinha pedido para ter feito até inícios de janeiro. com um bocado de sorte e base na experiência anterior, ele vai olhar para aquilo 3 segundos, fazer um comentário genérico e mandar-me fazer tudo outra vez. quando eu queria que ele LEVASSE AQUILO PARA CASA E LESSE. já que me pediu para passar a computador. pode ser que leve. ergh.
tenho aqui à minha frente o textos de antropologia encadernados a vermelho, para ler nesta hora morta que tenho entre a primeira e a segunda aula (até voltei a casa de propósito para os ir buscar!). devia estar a ler a parte que não li da última vez do "assim falava zaratustra", mas, sinceramente, gostei tanto da aula que não quis estragar o que aprendi sobre o amigo nietzsche com o texto original (e preguiça, também).
estou com o meu casaco novo (e um anel de família posto no dedo anelar direito - estarei louca?) e sinto sempre a brisa do ar condicionado onde quer que me sente na sala de informática. brisa é forma de expressão, porque esta leve ventania me faz tiritar. e ainda por cima não sei onde está o ar condicionado. não o vejo.
o meu casaco novo é azul e macio e estou-me a sentir muito 'fashion' com ele vestido. e o comovente é que é quentinho. ultimamente ando com um fashion sense estranho, mas acho que é bom.
mais logo vou para o corte inglés, embrulhar presentes. vocês ainda não me foram visitar.
tenho aqui à minha frente o textos de antropologia encadernados a vermelho, para ler nesta hora morta que tenho entre a primeira e a segunda aula (até voltei a casa de propósito para os ir buscar!). devia estar a ler a parte que não li da última vez do "assim falava zaratustra", mas, sinceramente, gostei tanto da aula que não quis estragar o que aprendi sobre o amigo nietzsche com o texto original (e preguiça, também).
estou com o meu casaco novo (e um anel de família posto no dedo anelar direito - estarei louca?) e sinto sempre a brisa do ar condicionado onde quer que me sente na sala de informática. brisa é forma de expressão, porque esta leve ventania me faz tiritar. e ainda por cima não sei onde está o ar condicionado. não o vejo.
o meu casaco novo é azul e macio e estou-me a sentir muito 'fashion' com ele vestido. e o comovente é que é quentinho. ultimamente ando com um fashion sense estranho, mas acho que é bom.
mais logo vou para o corte inglés, embrulhar presentes. vocês ainda não me foram visitar.
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